O óleo lubrificante é fundamental para a saúde do motor. Ele reduz o atrito entre as peças móveis, auxilia no resfriamento e limpa as impurezas internas. Utilizar o óleo incorreto pode provocar aumento no consumo de combustível, perda de desempenho e até o travamento do motor.
Entenda os critérios para fazer a escolha correta na hora da troca:
1. Viscosidade do óleo (A classificação SAE)
A viscosidade mede a resistência do óleo ao escoamento em diferentes temperaturas. Siglas como 5W-30 ou 10W-40 indicam essa característica:
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O primeiro número (acompanhado do W de Winter): Indica o comportamento do óleo em baixas temperaturas (na partida a frio).
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O segundo número: Indica a viscosidade em temperatura normal de funcionamento do motor.
Sempre siga rigorosamente a especificação indicada no manual do fabricante do veículo.
2. Tipos de óleo: Mineral, Semi-sintético e Sintético
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Mineral: Obtido diretamente do refinamento do petróleo. Possui custo menor, mas exige intervalos de troca mais curtos.
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Sintético: Criado em laboratório com processos químicos avançados. Oferece maior durabilidade, melhor proteção contra o desgaste e alta performance sob condições extremas.
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Semi-sintético: Mistura bases mineradas e sintéticas, buscando um equilíbrio entre custo e eficiência.
3. Normas e classificações (API e ACEA)
Além da viscosidade, observe as letrinhas de desempenho nas embalagens (como API SP, SN ou normas ACEA). Elas garantem que o lubrificante atende aos padrões exigidos pelas montadoras para motores modernos.
Este artigo foi produzido pela equipe da Voepeça para incentivar a pilotagem e a rodagem seguras. Para encontrar as opções certas para a manutenção do seu veículo, conte com a nossa linha completa de componentes.
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